Marcia Menendes Motta

Marcia Menendes Motta Correio
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Universidade Federal Fluminense

Possui graduação em História pela Universidade Federal Fluminense (1985), mestrado em História pela Universidade Federal Fluminense (1989) e doutorado em História pela Universidade Estadual de Campinas (1996). Em 2003, realizou estágio pós doutoral na Universidade de Lisboa. Desde 1992 é professora da Universidade Federal Fluminense. Tem experiência na área de História, com ênfase em História Agrária (ou História Social da Agricultura), atuando principalmente nos seguintes temas: conflito de terra, apropriação territorial, direito agrário e movimentos sociais. É autora de inúmeros artigos (em revistas nacionais e estrangeiras)sobre a questão agrária. Em 1998 publicou o livro:"Nas Fronteiras do Poder: conflito e direito à terra no Brasil do século XIX". Coordena o Núcleo de Referência Agrária da mesma instituição e é também pesquisadora da Companhia das Índias. Núcleo de Estudos Ibéricos e Coloniais na Época Moderna, onde atualmente desenvolve uma pesquisa sobre o sistema de morgadio/mayorazgo no século XVIII .ˡEm 2005 publicou o "Dicionário da Terra", pela Civilização Brasileira, reunindo dezenas de pesquisadores, estudiosos da questão agrária no país. O Dicionário foi agraciado, em 2o lugar, no Prêmio Jabuti, categoria Ciências Humanas, 2006. Neste mesmo ano, foi agraciada com o prêmio EDUFF para publicação de coletâneas, com o trabalho: "Terras Lusas: a questão agrária em Portugal", publicado em 2007. Em 2008 publicou a segunda edição de seu livro: "Nas Fronteiras do Poder", pela EDUFF, inaugurando a Coleção Terra. O resultado de suas pesquisas sobre o sistema de sesmarias foi publicado em um novo livro: "O Direito à Terra no Brasil. A gestação do conflito(1795/1822)", em 2009, pela Editora Alameda.ˡÉ a coordenadora brasileira do projeto FCT/CAPES: "Terras Lusas, Territorialidade e conflito no Império Português do setecentos", aprovado para o biênio 2010/2012. Atualmente, além de pesquisadora do CNPq é também Cientista do Nosso Estado, pela FAPERJ.