Políticas para a formação de professores e as recomendações do Banco Mundial: interfaces com o contexto atual da formação de professores alfabetizadores no Brasil

  • Jani Alves da Silva Moreira Universidade Estadual de Maringá
  • Renata Valério da Silva Universidade Estadual de Maringá

Resumo

O objetivo deste artigo é analisar as recomendações do Banco Mundial e sua relação com as políticas de formação de professores no Brasil, a fim de identificar as consonâncias com as atuais políticas para a formação de professores no contexto da alfabetização. Trata-se de uma análise documental, de cunho teórico-crítico, a qual permitiu observar que as atuais políticas para formação de professores estão em consonância com as recomendações do Banco Mundial. Tais orientações geram a atribuição aos professores da responsabilidade pelo sucesso ou fracasso escolar dos alunos, verificados por meio de avaliações externas com base no desempenho avaliado.   Palavras-chave: Formação de professores. Políticas educacionais. Banco Mundial.

Biografia do Autor

Jani Alves da Silva Moreira, Universidade Estadual de Maringá
Doutora em Educação (UEM)Professora Adjunto do Departamento de Teoria e Prática da Educação e do Programa de Pós-Graduação da Universidade Estadual de Maringá.Líder do Grupo de Estudos e Pesquisas em Políticas Educacionais, Gestão e Financiamento da Educação - GEPEFI/CNPq. Supervisora do Pacto Nacional de Alfabetização na Idade Certa (PNAIC) na UEM.
Renata Valério da Silva, Universidade Estadual de Maringá
Graduada em Pedagogia pela Universidade Estadual de Maringá.Secretária escolar do Colégio Dom Bosco.Estudante pesquisadora do Grupo de Estudos e Pesquisas em Políticas Educacionais, Gestão e Financiamento da Educação - GEPEFI/CNPq
Publicado
2016-06-01
Seção
Políticas de Formação de Professores Alfabetizadores