Tensões e prioridades no processo de formação continuada do alfabetizador: da concepção à prática de formação

  • Simone Manosso Cartaxo UEPG
  • Joana Paulin Romanowski Pontifícia Universidade do Paraná Centro Universitário UNINTER
  • Pura Lucia Oliver Martins Pontifícia Universidade do Paraná

Resumo

O estudo analisa os processos que marcaram práticas de formação continuada dos alfabetizadores da Rede Municipal de Ensino de Curitiba, desde o período de 1963. Para isso buscou-se identificar como se caracterizaram os momentos da formação continuada dos alfabetizadores, bem como reconhecer quais abordagens teóricas da alfabetização fizeram parte dos cursos de formação continuada do professor.  A abordagem de pesquisa é qualitativa, e para a coleta de dados utilizaram-se a análise documental e entrevistas. A análise foi realizada tendo, como eixo epistemológico a teoria como expressão da prática (MARTINS, 1998; MORTATTI, 2000, 2013; SANTOS, 1992; THOMPSON, 2009). Apreendemos, da análise, fatores determinantes do processo de formação que partiram da necessidade de: instituir e sistematizar uma abordagem da alfabetização que abandone o velho e opte pelo novo; formar os professores, incluindo-os como coautores de sua formação; desenvolver um processo de formação respaldado pela teoria a ser agregada às práticas desenvolvidas pelos docentes.   Palavras-chave: Formação docente. Concepções de alfabetização. Teoria e prática.

Biografia do Autor

Simone Manosso Cartaxo, UEPG
Doutora em Educação. Departamento de Pedagogia.
Joana Paulin Romanowski, Pontifícia Universidade do Paraná Centro Universitário UNINTER
Doutora em Educação. Bolsa produtividade em Pesquisa.
Pura Lucia Oliver Martins, Pontifícia Universidade do Paraná
Doutora em Educação.Bolsa produtividade em Pesquisa, 
Publicado
2017-03-21