https://www.revistas2.uepg.br:443/index.php/rlagg/issue/feedRevista Latino-Americana de Geografia e Gênero2019-02-23T12:04:07+00:00Joseli Maria Silvajoseli.genero@gmail.comOpen Journal Systems<strong>Português</strong>:<br />A Revista Latino-americana de Geografia e Gênero tem a missão de publicar artigos científicos relacionados à área de geografia, gênero e sexualidades que contribuam com o desenvolvimento do conhecimento teórico e metodológico deste campo de saber. Além disso, visa estimular o debate acadêmico daqueles que atuam na temática e ampliar as relações com profissionais da América Latina e outras regiões do mundo, através do alcance da mídia eletrônica. A revista é uma publicação semestral e é composta pelas seções de artigos, resenhas e entrevistas.<br /><br /><strong>Español</strong>:<br />La Revista Latinoamericana de Geografía y Género tiene la misión de publicar los artículos científicos relacionados al área de geografía, género y sexualidades que contribuyen al desarrollo del conocimiento teórico y metodológico de este campo del saber. Por otra parte, tiene como objetivo estimular la discusión académica de los que trabajan en el ámbito temático y para ampliar las relaciones con los profesionales de otras regiones del America Latina y de otras regiones del mundo, haciendo uso del alcance de los medios electrónicos. La Revista es una publicación semestral y está compuosta por secciones de artículos, de resúmenes y entrevistas.<br /><br /><strong>English</strong>:<br />The Latin American Journal of Geography and Gender has as its mission the publication of scientific articles on geography, gender and sexualities focusing specifically on theoretical and methodological perspectives. It promotes the academic debate with those professionals who are actively involved in the area and reaches out to all regions of Latin America and and other regions of the world, via electronic means. It is a bi-annual journal with composed of sections of articles, reviews and interviews.https://www.revistas2.uepg.br:443/index.php/rlagg/article/view/13242Sumário2019-02-20T22:21:43+00:00Joseli Maria Silvajoseli.genero@gmail.comSumário2019-02-20T22:21:43+00:00Copyright (c) 2019 Revista Latino-Americana de Geografia e Gênerohttps://www.revistas2.uepg.br:443/index.php/rlagg/article/view/13243Apresentação2019-02-20T22:21:44+00:00Joseli Maria Silvajoseli.genero@gmail.comApresentação2019-02-20T22:21:44+00:00Copyright (c) 2019 Revista Latino-Americana de Geografia e Gênerohttps://www.revistas2.uepg.br:443/index.php/rlagg/article/view/12638Igualdade de género nas geografias espácio-temporais: uma análise a partir de dispositivos móveis2019-02-23T11:48:56+00:00Margarida Queirósmargaridav@campus.ul.ptPaulo Morgadopaulo@campus.ul.ptNuno Marques da Costanunocosta@campus.ul.ptNelson Mileunmileu@campus.ul.ptAníbal Almeidaanibalalmeida@campus.ul.ptMário ValeMario.vale@campus.ul.pt<p>A realidade de um mundo global, reconfigura a relação entre acessibilidade (ou a sua ausência), exclusão social e desigualdade de género. Este relacionamento questiona o sistema de mobilidade e em particular as suas soluções universais e neutras desligadas das necessidades e aspirações de mobilidade e acessibilidade de mulheres e homens na sua relação com a produção e reprodução social. A estas questões associa-se a rápida evolução tecnológica e soluções que oferece aos quotidianos do espaço-tempo de mulheres e homens. Este artigo discute como podem os dispositivos móveis (<em>smartphones</em> e <em>trackers</em>) ser usados para promover políticas de conciliação da mobilidade quotidiana, genericamente designada de “casa-trabalho”. </p>2019-02-20T22:21:44+00:00Copyright (c) 2019 Revista Latino-Americana de Geografia e Gênerohttps://www.revistas2.uepg.br:443/index.php/rlagg/article/view/10827Mulheres indígenas no estado do Acre - BR: do território tradicional ao movimento indígena nas cidades2019-02-23T11:49:46+00:00Alessandra Severino Silva Manchineryadnilsonn@gmail.comAdnilson de Almeida Silvaadnilson@unir.br<p>O presente trabalho pretende refletir sobre territórios e especificidades de mulheres indígenas na Amazônia brasileira, mais especificamente do Estado do Acre, com suas lutas encampadas pela defesa dos territórios ancestrais, bem como o estabelecimento de relações com o movimento indígena. Assim, o caminho metodológico terá como partida a experiência de vida e de luta de lideranças femininas, as quais inserem preocupações quanto aos seus direitos, seus posicionamentos e reflexões que provocam transformações em suas realidades sociais e culturais. Para além das considerações iniciais e finais, o artigo encontrase estruturado em quatro seções específicas: a) Territórios, Movimento Indígena e Política Indígena; b) Mulheres indígenas no Estado do Acre; c) Territórios e Lideranças femininas; d) Mulheres no Movimento Indígena. O sentido dado por essas mulheres reflete a busca pelo protagonismo e o empoderamento frente à realidade existente no âmbito amazônico.</p>2019-02-20T22:21:47+00:00Copyright (c) 2019 Revista Latino-Americana de Geografia e Gênerohttps://www.revistas2.uepg.br:443/index.php/rlagg/article/view/12448La desigualdad de género en el trabajo en mujeres indígenas en Nuevo León, México2019-02-23T11:50:43+00:00María de Jesús Ávila Sánchezmarycolef@yahoo.comJosé Alfredo Jáureguialfjadi@yahoo.com.mx<p>El objetivo de este trabajo es conocer la magnitud de la brecha de género en el trabajo en la población indígena residente en un contexto urbano como Nuevo León, así como las condiciones en las que se insertan las mujeres indígenas en el mercado de trabajo. Para ello, se empleó como fuente de datos la Encuesta Intercensal del año 2015. Los resultados confirman que el acceso de las mujeres indígenas residentes en Nuevo León al trabajo monetarizado dista mucho del alcanzado por los hombres. Además, persiste una brecha salarial entre mujeres y hombres indígenas en las diferentes posiciones que desempeñan en el trabajo monetarizado, lo que refleja que las mujeres indígenas reciben en promedio salarios inferiores independientemente de la posición que ocupen.</p>2019-02-20T22:21:50+00:00Copyright (c) 2019 Revista Latino-Americana de Geografia e Gênerohttps://www.revistas2.uepg.br:443/index.php/rlagg/article/view/11928Dinâmicas femininas e segregação socioespacial: reflexão a partir do Conjunto Habitacional Vista Bela em Londrina -PR2019-02-23T11:51:42+00:00Viviane Margarida Melo Menezes Bernardesvivianebernardes94@gmail.comIdeni Terezinha Antonelloantonello.uel@gmail.com<p>A pesquisa analisou mudanças nas relações socioespaciais das beneficiárias do Minha Casa, Minha Vida, refletindo o padrão segregador dos programas habitacionais nas dinâmicas femininas. A metodologia constituiuse na pesquisa bibliográfica e na realização de trabalho de campo e entrevista com 30 mulheres residentes no conjunto Vista Bela, em Londrina/PR, entre 02/06/2017 e 9/06/2017. Os resultados apresentaram as tendências de modificações das estruturas familiares e dos papéis femininos. E constatam problemáticas da segregação e das dinâmicas femininas, abrindo possibilidades de análises destes elementos em diferentes circunstâncias, mostrando a relevância das discussões em relação à divisão sexual do trabalho e outras problemáticas de gênero na espacialidade.</p>2019-02-20T22:21:53+00:00Copyright (c) 2019 Revista Latino-Americana de Geografia e Gênerohttps://www.revistas2.uepg.br:443/index.php/rlagg/article/view/10889As trabalhadoras negras em atividades de serviços de limpeza: um olhar que desvela2019-02-23T11:52:36+00:00Susana Maria Veleda da Silvasucaveleda@gmail.comRafael Moura Téddesucaveleda@gmail.com<p>O trabalho formal realizado nas atividades de serviços de limpeza está aliado ao trabalho doméstico que as mulheres exercem, também, em suas casas, configurando uma dupla ou tripla jornada que demarca fatores de exploração e opressão tanto no âmbito público, como no privado. A cor da pele conjunta a divisão sexual do trabalho, se mostra uma variável determinante no papel que as mulheres negras ocupam no mercado de trabalho. Este espaço é seletivo e limitado por conta de uma sociedade machista e racista. O objetivo da pesquisa foi caracterizar o perfil das trabalhadoras na área da limpeza em uma Instituição de Ensino Superior (IES) do município de Rio Grande, localizado no sul do Brasil, no estado do Rio Grande do Sul (RS), considerando situações de opressão, exploração e resistência no âmbito<br />laboral. O estudo coletou dados sobre o trabalho feminino no Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e realizou entrevistas com cinco trabalhadoras negras. Os dados empíricos quantitativos e qualitativos coletados e iluminados através de categorias feministas interseccionadas (gênero, raça e classe), possibilitou evidenciar uma realidade em que as mulheres negras ainda trabalham nos setores econômicos com baixos salários e prestígio social, consequência do longo período escravocrata brasileiro, mesclado com o racismo e o machismo contemporâneo. Esta condição social e econômica impõe dificuldades de resistência individual ou coletiva, limitando o acesso e a permanência em empregos que possibilitariam melhores condições de vida a estas mulheres.</p>2019-02-20T22:21:55+00:00Copyright (c) 2019 Revista Latino-Americana de Geografia e Gênerohttps://www.revistas2.uepg.br:443/index.php/rlagg/article/view/10528Gênero e o assédio moral nos espaços organizacionais de trabalho: exclusão que causam feridas2019-02-23T11:53:58+00:00Marizete Albino Martamarizete.marta@gmail.comAllan Robert Ramalho Moraismarizete.marta@gmail.com<p>O presente artigo tem por objetivo analisar a extensão do assédio moral em relação ao gênero nos espaços organizacionais de trabalho, uma vez que as mulheres vêm conquistando cada vez mais espaços no mundo do trabalho, mas ainda continuam sendo tratadas de forma discriminatória, humilhante e muitas vezes doentia acarretando isolamento e a redução da sua autoestima. Apesar da Constituição Federal Brasileira e da legislação infraconstitucional<br />trazerem diversos dispositivos de proteção à mulher, o assédio moral representa um dos grandes problemas trabalhistas contemporâneo, tendo em vista que as condutas machistas ou sexistas estão muitas vezes presentes no espaço laboral. Em razão da complexidade da temática “gênero e assédio moral nas organizações” associada aos espaços de trabalho, nesta pesquisa serão analisados alguns fatores e indicadores que contribuem para o assédio moral de gênero nas várias dimensões do trabalho sob a luz da Geografia que permite através de uma metodologia própria a compreensão integrada das realidades sociais. É nesta perspectiva que a questão do assédio moral ao gênero se enquadra na investigação geográfica e aponta que as diferenças físicas, biológicas e sociais entre mulheres e homens contribui para promover desigualdades e revelar que as mulheres estão mais vulneráveis e são frequentemente mais assediadas no ambiente de trabalho que os homens.</p>2019-02-20T22:21:58+00:00Copyright (c) 2019 Revista Latino-Americana de Geografia e Gênerohttps://www.revistas2.uepg.br:443/index.php/rlagg/article/view/11193Inserção no Mercado de Trabalho Brasileiro por Haitianos: uma perspectiva de gênero2019-02-23T11:55:36+00:00Carolina Ribeirocarroile@yahoo.com.brDuval Fernandesduval@pucminas.brCarolina Mota-Santoscmmotasantos@gmail.com<p>O objetivo deste trabalho é analisar a partir de uma perspectiva de gênero como se deu o processo de inserção de haitianos no mercado de trabalho brasileiro, que migraram para o Brasil após o terremoto de 2010. O referencial teórico retrata as origens e as causas dos movimentos migratórios para em seguida discutir o processo de migração, trabalho e gênero. Os resultados indicaram que as mulheres quando chegam ao Brasil têm como principal atividade os serviços gerais. A maioria dos homens se submetem a serviços braçais em péssimas condições de trabalho, e a situação das mulheres é ainda mais delicada, uma vez que enfrentam grandes dificuldades de encontrar trabalho que seja flexível para levar e buscar os filhos na creche.</p>2019-02-20T22:22:01+00:00Copyright (c) 2019 Revista Latino-Americana de Geografia e Gênerohttps://www.revistas2.uepg.br:443/index.php/rlagg/article/view/12400A construção social de mulheres no 'Programa Mulheres Mil': olhares dos agentes implementadores2019-02-23T11:56:37+00:00Elisabete Corcettitutortcc.elisabete@gmail.comMaria das Dores Saraiva Loretomdora@ufv.br<p>O objetivo do artigo é analisar as lógicas, os pressupostos e as crenças presentes no contexto do Programa Mulheres Mil, verificando como as mulheres são representadas pelos agentes implementadores do programa. A pesquisa, de natureza qualitativa, baseouse na proposta transdisciplinar, que dialoga os princípios epistemológicos dos estudos discursivos críticos de Fairclough, Chouliaraki e Fairclough, combinados com os modelos analíticos de implementação de políticas públicas. Os resultados evidenciaram que os elementos do policy design do Programa Mulheres Mil, pautados em construções sociais e culturas institucionais, atuaram de forma decisiva nas estruturas de implementação da política. Recomendase a reestruturação do programa, principalmente com relação à metodologia escolhida para implementálo.</p>2019-02-20T22:22:03+00:00Copyright (c) 2019 Revista Latino-Americana de Geografia e Gênerohttps://www.revistas2.uepg.br:443/index.php/rlagg/article/view/12782Barreiras de gênero em três gerações de mulheres judias brasileiras e australianas2019-02-23T11:57:24+00:00Bruna Krimberg von Mühlenbrunakm.psic@gmail.comMarlene Neves Streybrunakm.psic@gmail.com<p>Este artigo foi originado pela falta de estudos sobre as mulheres judias à luz das teorias de gênero e o interesse em investigar as barreiras que enfrentam ao longo de suas vidas. Para obter respostas, foram realizadas entrevistas narrativas individuais de histórias de vida, com três famílias judias do sul do Brasil e com três famílias judias de Sydney; Austrália, somando 18 mulheres de três gerações. Como resultado identificamos que quando há espaço para refletir e questionar a origem das tradições, há maior empoderamento das ulheres, à medida que elas podem romper com aprisionamentos atribuídos e ascender a novos espaços mais satisfatórios.</p>2019-02-20T22:22:06+00:00Copyright (c) 2019 Revista Latino-Americana de Geografia e Gênerohttps://www.revistas2.uepg.br:443/index.php/rlagg/article/view/11774A utilização da mídia publicitária no ensino de geografia: uma oficina pedagógica acerca da discriminação da mulher2019-02-23T11:58:33+00:00Jéssica Justino Brandãojessicajustino65@gmail.comRicardo Lopes Fonsecaricklopesfonseca@gmail.com<p>O presente artigo teve como principal objetivo investigar como a publicidade pode auxiliar na construção da discussão sobre a discriminação da mulher com alunos do ensino médio, e desta forma utilizála como uma ferramenta didática para a análise crítica de uma realidade social. Os resultados foram obtidos por intermédio de duas questões dissertativas respondidas pelos alunos e analisadas por meio do modelo de categorização elaborado por Fonseca (2015) que foi baseado na Análise de Conteúdo de Bardin (1977). Desta maneira, foi possível constatar a necessidade de se discutir com os educandos na disciplina de Geografia, a discriminação da mulher e atrelála ao conhecimento geográfico, para se construir a percepção de como esse problema se manifesta e se reproduz na sociedade.</p>2019-02-20T22:22:08+00:00Copyright (c) 2019 Revista Latino-Americana de Geografia e Gênerohttps://www.revistas2.uepg.br:443/index.php/rlagg/article/view/12451Políticas públicas de gênero no contexto escolar: percepções de orientadoras educacionais2019-02-23T11:59:32+00:00Mareli Eliane Graupemareligraupe@hotmail.comGeraldo Augusto Locksgeraldolocks@gmail.comLúcia Aulete Búrigo de Sousaluciabsousa@hotmail.com<p>O objetivo deste artigo é refletir sobre as políticas públicas de gênero no contexto escolar. O referencial teórico abarca autoras do campo de educação, gênero e políticas públicas. É uma investigação de caráter documental e pesquisa de campo com quatro orientadoras educacionais da rede municipal de ensino. Os dados foram interpretados de acordo com a análise de conteúdo qualitativo. O foco da análise reside nas contribuições das políticas públicas e as percepções de orientadoras educacionais acerca da implementação dessas<br />políticas na prática escolar. Constatouse que, embora haja conhecimento dessas políticas, existe uma ruptura entre o saber e o fazer pedagógico.</p>2019-02-20T22:22:10+00:00Copyright (c) 2019 Revista Latino-Americana de Geografia e Gênerohttps://www.revistas2.uepg.br:443/index.php/rlagg/article/view/10841Gênero e sexualidades na construção de espacialidades das juventudes em Carangola (MG)2019-02-23T12:01:00+00:00Ana Paula de Moura Varandavaranda.anapaula@gmail.comMatheus vieira Barbosamatheus_vieirabarbosa@hotmail.comLeonardo Gomes de Souzaleonardogomes.jhs@gmail.comJeferson Jose de Oliveira Pinheirojefersonflaja2015@gmail.com<p>O artigo apresenta os resultados do projeto de pesquisa ‘Gênero e Sexualidades na Construção de Espacialidades das Juventudes em Carangola (MG)’, apoiado pelo Programa de Apoio a Pesquisa (PAPq) da Universidade do Estado de Minas Gerais. O estudo tece uma análise sobre elementos percebidos na espacialidade das juventudes das áreas urbanas e rurais do município de Carangola (MG) que tendem a refletir e/ou a subverter interdições e hierarquizações advindas da conformação de identidades de gênero e de orientação sexual.</p>2019-02-20T22:22:13+00:00Copyright (c) 2019 Revista Latino-Americana de Geografia e Gênerohttps://www.revistas2.uepg.br:443/index.php/rlagg/article/view/12526Las personas trans feminizadas y la prostitución como último recurso para la supervivencia2019-02-23T12:01:49+00:00Irma Elizabeth Chazarretairma939@hotmail.com<p>El presente trabajo busca analizar las concepciones que tienen las propias personas trans feminizadas sobre la prostitución, y describir las situaciones por las que transitan en ese contexto. Se trabajó con entrevistas en profundidad desde un enfoque etnográfico. Caber señalar que este trabajo es parte de un proceso más amplio que se encuentra en el marco de la tesis de maestría. Las personas trans feminizadas ingresan a la actividad como último recurso para obtener dinero frente a las discriminación y exclusión del ámbito familiar y educativo y la imposibilidad de ser empleada en otra actividad por su identidad. En la calle, donde ofrecen sus servicios, representan su identidad como la desean, pero transitan situaciones de violencia en todas sus expresiones. En el único lugar que encuentra apoyo y contención es en las organizaciones de la sociedad civil.</p>2019-02-20T22:22:15+00:00Copyright (c) 2019 Revista Latino-Americana de Geografia e Gênerohttps://www.revistas2.uepg.br:443/index.php/rlagg/article/view/13245Geografias Feministas: Relações de Gênero Patriarcais: Uma Entrevista com Susana Maria Veleda da Silva2019-02-23T12:03:26+00:00Caroline Tapia Buenocaroline.bueno14@gmail.comDiego Miranda Nunesdiego_rgnunes@yahoo.com.brEntrevista2019-02-20T22:22:18+00:00Copyright (c) 2019 Revista Latino-Americana de Geografia e Gênerohttps://www.revistas2.uepg.br:443/index.php/rlagg/article/view/12974‘Terra de Ningú. Perspectives feministes sobre la independència’, de Maria Rodó-de-Zarate, Marta Jorba Grau, Mireia Foradada Villar e Ares Batle Manonelles2019-02-23T12:04:07+00:00Rodrigo Rossimimdigo@gmail.comResenha2019-02-20T22:22:18+00:00Copyright (c) 2019 Revista Latino-Americana de Geografia e Gênero