ÂNGELO MONTEIRO E AS RAÍZES: ENTRE O CLÁSSICO E PÓS-MODERNO

Autores

  • Adrian Lincoln Clarindo UEPG

DOI:

https://doi.org/10.5212/uniletras.v35i1.5255

Palavras-chave:

Palavras-chave, Pós-modernidade, Raízes, Ângelo Monteiro, .

Resumo

 

RESUMO: O trabalho apresenta uma visão sobre algumas ideias que suscitam certa caracterização da “época teórica” alcunhada como “pós-modernidade”. As ideias mostrariam o prefixo “pós” carregado de uma desamarra entre o pensamento contemporâneo e aquele que se tem como clássico. Através do poema “Os sem raízes”, que retrata o indivíduo ao extremo dessa desamarração, do poeta alagoano Ângelo Monteiro, o trabalho aqui propõe uma problemática: seria o indivíduo dos dias atuais tão fragmentado (como o pintam pensadores do atual como Hall e Bauman) que se tornaria órfão totalmente do sistema de signos e referenciação? É este o ponto que investigaremos.

 

Biografia do Autor

Adrian Lincoln Clarindo, UEPG

Graduado em Letras Português-Inglês pela UEPG, mestrando em Linguagem, Identidade e Subjetvidade pela UEPG.

Professor colaborador do Departamento de Línguas Modernas da UEPG.

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Publicado

2014-01-29

Edição

Seção

Dossiê temático